segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

BAD GIRLS NO SECOND LIFE


No sexto DCS entrevista (13/12/2007), levamos Lucrecia Slade, avatar de Beth Abreu, que na Real Life trabalha de designer numa agência de promoções, embora sua especialidade esteja voltada para editoração de livros, jornais e revistas. Com essa formação, ela e Alyne Dagger, também designer, formaram a BG Magazine – uma das revistas virtuais do Second Life. http://www.spotbit.com - search: bg magazine.


DCS Entrevista: Por quê o nome Bad Girl Magazine?

Lucrecia Slade: Bom, esse é o início da piada, sempre fomos conhecidas pelo espírito crítico, Alyne e eu, e começamos a ser chamadas de bad girls. Fundamos um grupo com este nome, pára juntar os amigos; foi quando Alyne deu a idéia de termos uma revista, relatando justamente nossos pontos de vista e brincadeiras.


DCS Entrevista: Você é uma Bad Girl na Real Life ou apenas no Second Life?
Lucrecia Slade: Pode-se dizer que os mundos SL e RL se encontram intelectualmente... sempre tive um espírito muito observador e crítico - fora isso, não, não sou uma "bad girl".


DCS Entrevista: Lucrecia, avatar lê mesmo a revista? Comenta matéria? Como funciona essa relação do formato “magazine” no Second Life?
Lucrecia Slade: Bom, é uma contradição em termos, mas temos lidado bem com a dicotomia RL x SL. Começamos com uma publicação "acreta", pensando como se fosse uma publicação real, vimos que na verdade as pessoas liam sim, mas o formato deveria ser modificado para melhor leitura, e as pessoas que lêem geralmente acessam offline.


DCS Entrevista: Como vocês fazem para discutir pauta? Há reuniões virtuais para definir o que vai para a revista?
Lucrecia Slade: Estamos neste momento fechando a 5ª edição. A Alyne é a editora de conteúdo, ela dá o "tom da música" de cada edição. Eu criei a programação visual da publicação e sou responsável pelos perfis de empreendedores, reportagens de moda e coluna social. Ela faz a reportagem de capa, entrevista principal, e como ela também é escritora na RL faz textos comentando as peculiaridades do SL.


DCS Entrevista: Qual a periodicidade da revista?
Lucrecia Slade: A revista é mensal. Além de fazer a parte de zoação, que é nossa revista caras ao contrário, tentamos lançar sempre no meio de cada mês.


DCS Entrevista: Aqui, no DCS Entrevista, já trouxemos dois jornalistas e a pergunta se repete: Como você vê o jornalismo funcionando aqui dentro? Funciona?
Lucrecia Slade: Sim, funciona. Todo comportamento isento e ético deve prevalecer, bem como a exiatidão das informações. Nada é levado a conhecimento do público sem ser checado e confirmado - fotos só com consentimento dos avatares. Entrevistas são agendadas com antecedência e tudo o mais.

DCS Entrevista: Como comentarista de moda e estilo, você pensa que no Second Life, há a possibilidade de grandes marcas fazerem o teste de suas coleções aqui?
Lucrecia Slade: Sim e não. Trabalhei na RL por anos com moda e o trabalho encima das coleções é exaustivo; quando se pensa que o fashion rio ou a sp fashion week são o fim de um processo, se enganam (na verdade, são o meio de um processo). Então, o teste de coleções é bem-vindo, e é possível, mas é preciso várias coisas: 1) público especializado dentro do SL; 2) público interessado; 3) tecnologia - todos nós sabemos a dificuldade com lag num evento com mais de 30 pessoas.

LPviper Watanabe (platéia): Lu, defina "brega" no Second Life.
Lucrecia Slade: Brega é o que sai do equilíbrio. Cores em excesso, brilhos em excesso, tudo em excesso, a moda moderna pede uma silhueta mais clean, mais ecológica.

DCS Entrevista: Por quê você acha que no Second Life as pessoas procuram por roupas e um estilo que não adotam na Real Life?
Lucrecia Slade: Aqui é como a própria linden proclama: your world, your imagination. É ÓBVIO que a questão da aparência é importante, ainda mais na cultura brasileira, de culto ao corpo, mas pode-se dizer que é uma coisa mundial, todo mundo quer se sentir diferente, belo, à vontade, ou original, ou diferente, não importa.
Oscar Wilde tinha uma frase ótima: "Só os tolos não julgam pelas aparências."

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

DJ Bexiga, mais de 250 mil cds vendidos e agora na Second Life também

DJ, produtor, radialista e artista multimídia, difícil de classificar o DJ Maurício Bexiga que agora também toca no Cais do Porto, da Ilha Brasil Porto Alegre, com seu avatar DJBEXIGABunkerpub Benazzi . Com passagens por rádios como a Cidade e a Atlântida, abrindo shows do Paralamas, Titãs e Double You, vendendo mais de 250 mil cds de sua primeira coletânea e trabalhando com Luciano Huck para campanha da Gradiente, o cara trouxe toda sua experiência para falar um pouco sobre como é ser DJ na Second Life.

DCS Entrevista: No Second Life: O que um DJ como você, que já teve uma coletânea vendendo mais de 250 mil cópias, pode aventurar-se a vender aqui no metaverso?

DJBEXIGABunkerpub Benazzi: Assim como bandas independentes, os DJs também ja estão se preparando para isso aqui no SL, através de sites onde podem vender seu conteúdo.


DCS Entrevista: Você vê possibilidade de venda online no Second Life?

DJBEXIGABunkerpub Benazzi: Eu vejo sim e muitas. Tem muita gente responsável no SL.
Exemplo: Hoje eu recebo muitos amigos perguntando como é ser DJ. Esse é o início (no Second Life), mas existem DJs profissionais que já estão se preparando para formar grupos onde possivelmente poderá se comprar CDs musicais aqui no SL.


DCS Entrevista: Você vê a possibilidade de uma banda ser montada dentro do Second Life, só existir aqui e estourar – como uma versão in-world do Gorilaz?

DJBEXIGABunkerpub Benazzi: Pode acontecer sim, aqui quase tudo é possível.


DCS Entrevista: Como DJ Real Life, você consegue ter a mesma sensação de estar no pickup real, interagindo no Second Life?

DJBEXIGABunkerpub Benazzi: Com certeza, eu transmito para os locais onde eu toco. Com alguns softwares de DJs e também aparelhos profissionais então é igual mesmo. Às vezes, transmito direto da casa noturna onde toco, principalmente finais de semana.


anaterra Babenco (da platéia): Qual é o seu diferencial, na sua visão, para ser um dos melhores djs do mundo real e virtual???

DJBEXIGABunkerpub Benazzi: Nem tanto, Ana, existem muitos DJs bons, mas aqui no SL existem adoradores de música que não são DJs na Real Life, mas que tem excelente repertório. E o repertório é que faz a diferença entre os DJs, principalmente aqui no SL - onde as pessoas escutam e seu avatar dança.


Netto Roux (da platéia): Como você difere seu público aqui no Second Life??? Por exemplo, estilo de músicas? Repertório?

DJBEXIGABunkerpub Benazzi: Eu procuro tocar de tudo, aqui no SL vêm pessoas de diversas tribos e um DJ até pode fazer uma festa temática, mas se ele puder tentar agradar a todos, melhor. Nem tudo que baixamos na web se encaixa legal em uma festa, aí vai do gosto do DJ mesmo.


DCS Entrevista: E o formato das festas no Second Life, agrada, não falta aquele “Keep Cooler” real de vez em quando?

DJBEXIGABunkerpub Benazzi: Eu e várias pessoas recebem convites de festas ou para inaugurar lojas ou marcas. Acho que está no início ainda. Muitos DJs da Real Life estão descobrindo o SL e isso vai ser bom.


DCS Entrevista: O Marlboro (DJ Marlboro, um dos criadores do funk carioca e parceiro do DJ Beixga durante dois anos) vem, tu achas?

DJBEXIGABunkerpub Benazzi: Sim, o Marlboro é outro louco por tecnologia, ele já possui seu avatar. Talvez ele possa agradar o pessoal do funk, que é seu chão.


DCS Entrevista: Com programas que você apresentava como “Só se For Dance”, ‘Ferveção Coca-Cola” e “Ritmo da Noite”, você vê a possibilidade de introduzir esse tipo de projeto dentro do metaverso?

DJBEXIGABunkerpub Benazzi: Com certeza, daqui a pouco você poderá contratar não só um DJ, mas todo um conteúdo com informação e músicas, porque sabemos que no SL qualquer um pode ser DJ.


DCS Entrevista: Hoje você tem uma escola para DJs, a MixDJ, há uma possibilidade dela criar um braço dentro do Second Life, com cursos “in-world”?

DJBEXIGABunkerpub Benazzi: É um pouco complicado, pois você realmente precisa da prática para tocar na Real Life, fazer mixagens, etc. Aqui no SL, até poderíamos fazer mas seria muito texto e pouca prática. O vídeo poderia ser uma solução boa, mas acredito que mais no futuro. Um curso para se aprender a tocar mesmo, você precisa do contato com os aparelhos na Real Life, no SL é diferente e fácil de ensinar, aliás complicadinho, um pouco de configurar alguns itens, mas dá sim.

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

TradiçãoxTecnologia


Bloguinho Bourgoin, pode, por assim dizer, vangloriar-se de ser o patrão do primeiro CTG (Centro de Tradições Gaúchas) virtual do mundo; mas será que funciona? A resposta é sim, ao menos foi o que nos relatou Clediney Silva, "pai" do avatar Bloguinho, no quarto DCS Entrevista.

O Clediney é jornalista de profissão e um homem ligado às tecnologias de comunicação via Internet, além de estar formando-se em direito e concorrendo a prefeito de São José dos Pinhais no Paraná.

Abaixo, um pouco das idéias do "gaúcho" virtual.

DCS Entrevista: Blog, como se deu o “estalo” de unir tradição à vanguarda da internet, no caso, um centro de tradições gaúchas (CTG) no Second Life?

Clediney Silva: Na verdade, quando eu entrei no Second Life minha intenção era a de fazer aqui o que eu faço na vida real - ou seja, o jornalismo; mas certo dia, um amigo me perguntou como andava o SL e o que tinha por aqui. Respondi que aqui tinha tudo. Então ele perguntou se tinha CTG, aí deu o estalo. Num sábado pela manhã criei o grupo CTG Brasil.
Duas horas depois, a Vanessa Nunes, repórter da RBS, me procurou para fazer uma entrevista.
Temos hoje mais de 1200 avatares cadastrados no grupo.


DCS Entrevista: Os avatares gaúchos distantes do pampa sentem-se mais próximos dos pagos no CTG Virtual?

Clediney Silva: Não são apenas os gaúchos que frenquentam o CTG. Há muita gente de fora, inclusive de outros países.
A nossa grande atração são os bailes, mas temos também rodeio, roda de chimarrão, fogo de chão, etc...
Possuímos, desde algum tempo, um touro bravo. As pessoas montam e quem fica mais tempo ganha uma boa classificação.
Agora temos também um cavalo chucro, que o toninho barzane, nosso capataz, levou para o CTG.


DCS Entrevista: E como os tradicionalistas “reais” reagiram?


Clediney Silva:
Olha, a reação dos tradicionalistas foi excelente.
Na própria matéria de lançamento, da Zero Hora, o Paixão Cortes elogiou a iniciativa. Assim como fizeram os representantes do MTG.


DCS Entrevista: Já tem algum “causo” do CTG Virtual para contar-nos?


Clediney Silva: Tenho um causo muito bom. Isso, daqui a algum tempo, vai virar história, mas juro que foi verdade. Estava eu com um dos meus capatazes, quando ele elogiou uma avatar muito bonita. Isto é, o avatar de uma moça. Ele elogiou tanto que perguntei a ele se iria levá-la para o matadouro. O que eu não sabia é que a mulher, a esposa dele, estava lendo tudo e então foi pedir satisfação.
Isso era bem no início, então ele saiu com esta: disse que íamos matar o touro, do rodeio, para fazer um grande churrasco para a festa de inauguração do CTG. Espero que a esposa dele nunca fique sabendo.


DCS Entrevista: Você vê a possibilidade de criar “amizades reais” através do Second Life?


Clediney Silva: Eu mesmo já tenho muitos amigos, inclusive no exterior. A moça que me ajudou a construir o CTG, a Sonja Cao. Agora mora na Alemanha e é minha grande amiga.


DCS Entrevista: Blog, e como jornalista, como tu vês as possibilidades do jornalismo dentro do metaverso?


Clediney Silva: A curto prazo não vejo muitas possibilidades de geração de emprego com a informação dentro do Second Life. A exemplo de outros setores, entendo que os jornais devem utilizar o Second Life como instrumento de divulgação, como já fazem alguns. As empresas devem parar de querer ganhar dinheiro no SL. Elas tem é que investir aqui.


DCS Entrevista: E política, como você vê as manifestações, como a dos diretórios de partidos, presidenciáveis americanos e mesmo as discussões políticas dentro do Second Life?


Clediney Silva: Ah, nisso eu vejo um grande campo de atuação, vamos ver o que acontece nas próximas eleições, mas logo logo o governo terá que regulamentar a propaganda política no SL. Muita gente vai usar e abusar.
Sou candidato à prefeitura de São José dos Pinhais por uma coligação de seis partidos, com certeza terei um comitê para atender os eleitores no SL, e, se eleito, continuarei com um escritório político ou até mesmo administrativo.

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Mariana Gautério - A primeira dissertação de mestrado sobre Second Life


No terceiro DCS Entrevista realizado no dia 9 de outubro, trouxemos a mestranda Mariana Gautério, da Faculdade de Comunicação da PUCRS. Oriunda de Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, é também formada em publicidade pela mesma PUC.

Seu trabalho de Mestrado é possivelmente o primeiro no Brasil a estudar as comunidades virtuais no Second Life e, com certeza, o primeiro a estudar a Ilha Porto Alegre.


DCS Entrevista: Mariana, provavelmente essa é primeira dissertação de mestrado produzida no Brasil sobre comunidades virtuais no Second Life?

Mariana Gautério: Penso que sim. Já existem muitos trabalhos na área, mas em termos monográficos. Olha, existe uma monografia bem interessante desenvolvida por uma aluna da PUC, chamada Kessiane Franco. Ela trabalha sobre o interesse comercial das empresas neste mundo virtual, sobre a publicidade gerada aqui.

Mas o meu trabalho na verdade é sobre a formação de comunidades virtuais a partir das interações dentro da ilha de Porto Alegre. A diferença de analisar as interações, é que estou analisando o aspecto humano. Vou dar um exemplo: Não sei se todos compareceram no dia 20 de setembro na ilha de Porto Alegre, neste dia houve uma cavalgada pra comemorar a Semana Farroupilha, bem como houve na cidade de Porto Alegre. O que quero dizer é que as comunidades virtuais geradas aqui (no Second Life) tendem a seguir um exemplo das comunidades off-line.


DCS Entrevista: Você tem visto como o novo “boom” do Second Life: a proliferação de universidades? Você acha que tem campo para “aprendizado” dentro do Second Life?

Mariana Gautério: Acho que as próximas gerações estarão acostumadas, mas por enquanto acho cedo, a educação à distancia esta aí para provar isso: ela existe há bons anos e ainda não podemos dizer que rendeu muitos frutos. O professor e a sala de aula são necessários. Reconheço o potencial de todos os meios de comunicação à distancia, mas acho que a estrutura é precária, mas o Second Life esta aí pra provar que algo está mudando e vai mudar muito mais. Existe um francês Pierre Lévy, que diz que evoluiremos para uma web semântica, a web 3.0.


DCS Entrevista: Hoje ainda somos, na grande maioria, “peças acadêmicas de estudo” dentro do metaverso, quais os fatores que acabarão popularizando de vez o Second Life?


Mariana Gautério: Me interesso pelo Second Life desde que começaram a surgir rumores de que seria um meio diferente para as pessoas interagirem - e a maior prova disso é essa entrevista de hoje. As comunidades virtuais, segundo alguns autores, tendem a desenvolver-se pela associação de pessoas com interesses em comum.

Existem autores que falam que as comunidades são formadas por associações de interesses em comum desconsiderando o espaço físico, ou seja relação baseadas em uma desterritorialização, mas possuem uma abrangência territorial dentro da comunidade. Na verdade, acredito que a junção em um determinado local determina as relações, podendo criar comunidades.


DCS Entrevista: Como você vem percebendo o público brasileiro no Second Life? Tens uma idéia de perfil de público?

Mariana Gautério: Olha como ando circulando somente pela ilha de Porto Alegre não posso dizer-te com precisão, mas acredito que o público do Second Life seja mais velho que o do orkut, entre 22 a 35 anos.



Platéia (Caceta Balhaus): O interessante, Mari, é que eu vejo que muitos aqui querem ter sua vida separada da primeira... e não misturarem... o que você acha disto?


Mariana Gautério: Conheço pessoas que vivem aqui há dois anos e passam mais tempo aqui do que no mundo off-line, mas a questão não é subsituir, podemos conciliar as duas coisas. Todos nós temos várias máscaras e o avatar é apenas mais uma delas. São as personas que o filósofo Maffesoli fala. Podemos ser vários em um só

Aqui você pode ser igual ou diferente do mundo real, mas acho que quando estabelecemos ligações fortes tendemos a mostrar nossa personalidade real.

terça-feira, 2 de outubro de 2007

Alexandre Bordin: Da Caos ao Cais


O segundo DCS Entrevista teve por convidado uma prata da Casa da Ilha Brasil Porto Alegre, Alexandre Bordin (avatar: Aloprado Beck), o diretor da primeira agência "nativa e hiperativa de Second Life": a Caos Comunicação.

O "Aloprado" tem entre seus clientes, com festas no Cais do Porto e no Metrô Virtual: Ipanema, Claro, Pizza Hut, dentre tantos outros.


Segue a Entrevista realizada em 28 de setembro de 2007.

DCS Entrevista: Alexandre, na sua opinião, qual o melhor formato do Second Life? Como um game, onde avatares ficam correndo atrás de lindens; como uma festa virtual – no qual o chat funciona como uma espécie de aproximador das pessoas; ou com a estrutura de programação especial, como é o caso do próprio dcs entrevista? o que parece ter vindo para ficar?

Alexandre Bordin: É uma questão de opção pessoal, cada um cria sua segunda vida e faz escolhas como na primeira, o formato que vai permanecer e se solidificar com certeza é o que envolve as possibilidades multimídia.



DCS Entrevista: Como no caso dos Cais do Porto?

Alexandre Bordin: Sim, ambientes com informação, cultura, entretenimento de qualidade atraem um público fiel. Hoje, o Cais tem programação com DJ ao vivo durante 9 horas por dia e programação simultânea com a rádio Ipanema.
O sucesso do Cais do Porto, sem dúvida, foi construído pelos próprios visitantes.




DCS Entrevista: O Second Life, parece estar se estruturando melhor, o Brasil já é segundo maior público do mundo nele, mas você acredita que vai haver um estouro de público maior do que temos hoje?

Alexandre Bordin: Na minha opinião a utilização do Second Life segue um bom ritmo, quando estourar vai dominar a Internet com certeza.
As pessoas ainda estão tentando criar meios de ligar sua primeira vida à segunda, quando todos encontrarem benefícios reais no Second Life o ambiente 3D vai se estabelecer na internet. Os que ficam e usam com freqüência acreditam que podem criar algo produtivo aqui.



DCS Entrevista: Da comunidade da Caos: Você já teve a oportunidade de conhecer “realmente” alguns deles, alguns dos teus “funcionários”?

Alexandre Bordin: Sim, conheço alguns. É uma experiência muito gratificante.
As promoters que estão aqui podem comprovar. Apesar desse ambiente ser um "jogo", o profissionalismo da equipe está acima de tudo. É um trabalho de equipe mesmo.



Platéia (Nabuco Zapedzki): Oi, Aloprado, o ambiente para modelos de interação são muito interessantes no Second Life, mas você não acha que ainda existem limitações que precisam ser ultrapassadas por exemplo a banda de internet (custos altos e velocidades baixas no Brasil)? Existe algum incentivo do governo para negócios no Second Life?

Alexandre Bordin: Temos que criar scripts mais enxutos, ambientes racionalizados na questão dos prims. Cada um pode ajudar a otimizar o sistema.



DCS Entrevista: O Second Life é mais pessoal que um chat? Ele “parece” menos frio que a internet?

Alexandre Bordin: O Second Life é muito mais pessoal que um chat. Mesmo que o avatar seja um "disfarce" do corpo real, todos se aproveitam dele pra satisfazer seu ego real. O impacto do Second Life ainda derruba muita gente, é tão pessoal que muitos se machucam de verdade.



DCS Entrevista: Torna-se mais forte uma comunidade virtual aqui, ou no orkut, por exemplo?

Alexandre Bordin: As comunidades virtuais vão seguir tendências no campo profissional e pessoal conforme as escolhas das pessoas. Quando tivermos acesso a e-mail por exemplo por meio do Second Life, o tempo de conexão de cada um vai aumentar muito.



Platéia (DJBEXIGABunkerpub Benazzi): A Linden hoje é uma empresa que suportaria a evoluçao do Second Life? Ou um Google da vida já estaria tentando algo parecido ou comprar o Second Life?

Alexandre Bordin: Prefiro não arriscar um palpite desse porte. O que eu gostaria é que o Second Life se tornasse a plataforma livre para programação e distribuição de software que todos os profissionais de tecnologia sonham, quem sabe uma grande junção de empresas de ponta faça o Second Life ganhar a estrutura de sistema que esperamos também.

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Primeiro DCS Entrevista


Dia 4 de setembro, aconteceu o primeiro DCS entrevista, no SL (Second Life). E o entrevistado de estréia, ninguém melhor que Diego Foulon, avatar do Diego Guichard, jornalista da Zero Hora, um dos precursores no jornalismo para e-cidadãos no Rio Grande do Sul e que agora ministra curso de Jornalismo para Games na FEEVALE.

Boa tarde, estamos começando o primeiro DCS Entrevista – programa pioneiro no Second Life brasileiro com esse formato – um oferecimento da Agência DCS (Bicampeã – a melhor agência do Rio Grande do Sul).

Boa tarde, Diego. Tudo bem?

[12:10] You: Você considera que o Second Life está vivendo o que muitos jornalistas informam de "efeito bolha", ou seja, está começando a desaparecer? Pelo menos dentro do formato vigente?
[12:11] Diego Foulon: Não acredito em efeito bolha no Second Life
[12:11] Jeans Burger: O que é efeito bolha?
[12:11] Diego Foulon: No início do ano, houve um grande "boom" nessa segunda vida digital
[12:11] You: Exato
[12:12] Diego Foulon: efeito bolha é assim. Algo começar, crescer, mas estourar, entende?
[12:12] You: Exatamente
[12:12] Jeans Burger: Certo. Mas não é o caso do SL
[12:12] Diego Foulon: tipo, como se o Secon Life estivesse "acabando"
[12:12] Jeans Burger: Somente se as pessoas enjoarem do negócio, certo?
[12:12] You: Muitos jornalistas propagaram isso aqui no RS
[12:12] Diego Foulon: Como eu estava falando, houve um grande crescimento no Second Life Todos os meios de comunicação divulgavam coisas sobre o SL
[12:13] otavio Dyrssen: é mesmo
[12:13] Diego Foulon: era tudo novidade, as pessoas estavam curiosas
[12:13] Jeans Burger: Vivemos uma espécie de MATRIX?
[12:14] Diego Foulon: Há quem conpare o Second Life com um Matrix, era tudo novidade. as pessoas estavam curiosas. Pq isso aqui está cada vez mais parecido com a vida real. Antes, o Second Life era mais uma brincadeira as pessoas entravam para bater papo como se fosse um chat em terceira dimensão
[12:15] Angelina Maggs: era mas agora ta tudo muito diferente
[12:15] You: e agora, Diego?
[12:15] Diego Foulon: mas com o chamado "boom", tornou-se profissional, as pessoas procuravam o Secon Life como um meio de trabalho e oportunidade eu chamo isso como uma corrida pelo "ouro" no Second Life
[12:16] You: O JAC QUER TE FAZER UMA PERGUNTA
[12:16] Diego Foulon: certo
[12:16] You: Jac Jansma: EU GOSTARIA DE SABER NA OPINIÃO DO DIEGO O QUE PRECISA MELHORAR NO SL ???
[12:16] Aloprado Beck: quero fazer uma colocação
[12:17] Diego Foulon: Tenho uma coisa bem clara no que precisa melhorar
[12:17] Jeans Burger: Essa corrida pelo ouro, não será como as empresas .com?
[12:17] Diego Foulon: os "lags"
[12:17] Jac Jansma: VERDADE
[12:17] Aloprado Beck: no início a corrida pelo "ouro" foi na forma de lindens e negócios virtuais, agora acredito que as pessoas estão buscando relacionar sua vida profissional real com o Second Life.
[12:17] Diego Foulon: com o crescimento populacional, os servidores ficaram super lotados
[12:17] You: Boa, Aloprado
[12:18] Diego Foulon: concordo com o Aloprado
[12:18] Jumentolhos Barbosa: realmente essa questao de lag é algo preocupante
[12:18] Dayana Kidd: eu tb.
[12:18] You: E as empresas, Diego?
[12:18] Diego Foulon: então. eu tenho um computador com internet bastante rápida, placa de vídeo boa, porque trabalho com games, mas mesmo assim mal consigo andar em algumas ilhas
[12:18] You: O que achas da presença ou da falta de presença delas aqui?
[12:18] Jumentolhos Barbosa: nao sei ao certo quanto de upload cada avatar requer porém vejo que a maioria das ilhas com no maximo 60 pessoas ja fica pesado para os sevidores comecando um bom lag
[12:19] Diego Foulon: é verdade. é o maior problema, na minha opinião, que afasta um bom número de usuários, trocando de pergunta [12:19] Jeans Burger: há problema ser cheio de avatar?
[12:19] Jumentolhos Barbosa: uma outra dúvida que tenho seria na questão de trabalho
[12:20] Diego Foulon: Com essa "corrida pelo ouro", muitas empresas começaram a divulgar suas marcas no Secon Life
[12:20] Jeans Burger: Algumas saíram. IBM, por exemplo
[12:20] Diego Foulon: Cada empresa que criava uma sede virtual era noticiada pela imprensa
[12:20] Jumentolhos Barbosa: qual trabalho usuários comuns (aqueles que não entende muito sobre texturas, scripts, modelagens 3D teriam?)
[12:20] Diego Foulon: o que aconteceu com isso?
[12:21] Jeans Burger: Mídia. Portanto, publicidade, o "oi gatinha, eu faço roupas, quer conhecer?"
[12:21] Diego Foulon: Muitas empresas começaram a aparecer por aqui. Se tornaram tantas opções para os usuários, que algumas empresas começaram a reclamar da falta de gente no Second Life
[12:21] You: DIEGO, A GREICE QUER TE FAZER UMA QUESTÃO
[12:21] Diego Foulon: Então, teve casos de empresas que saíram, realmente
[12:22] You: Qual a dica que ele dá para uma empresa que esta querendo entrar para o SL?
[12:22] Diego Foulon: boa pergunta
[12:22] You: ACHO QUE ESSE FORMATO DA DCS AQUI É MUITO BOM
[12:22] Diego Foulon: Não adianta simplesmente colocar uma empresa aqui e deixar ela atirada, tem que divulgar ela. A empresa aqui precisa ter outra visão. Precisa criar um grupo, promover festas
[12:23] GeorgeI Writer: Realmente, a casa do Viajante Mastercard no SL, por exemplo, foi pouco divulgada, continua no SL, mas ontem verifiquei, um trafego de 80 pelas medidas do SL
[12:24] Diego Foulon: Tem que mostrar para o usuário do Second Life que vale a pena ir na empresa
[12:24] Aloprado Beck: então o que falta são estratégias melhores de relacionamento com o cliente especificamente no Second Life?
[12:24] Diego Foulon: falo isso na maioria dos casos, com certeza, Aloprado. O que acontece
[12:24] You: DIEGO, A JULIE QUER FAZER UMA QUESTÃO BEM INTERESSANTE: Jullie Jie: Eu gostaria de saber se o Diego vem acompanhando essa questão que tem ocorrido no último mês de ilhas que são construídas e depois que a ilha está lotada de inquilinos os proprietários "somem" ... deixam de pagar o tier ... deixando os inquilinos "na mão" ... como ocorreu em FERNANDO DE NORONHA. Existe alguma punição pra esse tipo de "sabotagem" ?
[12:25] Diego Foulon: Se vc criar uma empresa, e deixar ela parada, sem divulgação, não irá dar certo. Precisa de pessoas que gostem, entrem no Second Life com frequência e conheçam o assunto
[12:25] GeorgeI Writer: isso me lembra uma ilha, da qual eu mesmo fui vitima
[12:25] Diego Foulon: trocando de questão
[12:25] You: BEM INTERESSANTE, JULIE, ESSA PARA MIM É NOVA
[12:26] Diego Foulon: Pq as ilhas são de responsabilidade de quem as criou, quem sabe no futuro isso mude. Um exemplo é o do Orkut. No início, era uma terra sem leis
[12:27] Jullie Jie: Teve também outro caso ... que foi com a ilha AMAZÔNIA ... pessoas alugaram casas e depois a ilha foi INVADIDA ... os moradores não conseguiam entrar em suas casas .... e alguns dias depois a ilha estava "deserta" ... e novamente à venda
[12:27] Diego Foulon: Agora, não podeter uma dezenas de coisas
[12:27] GeorgeI Writer: Julie, não foi bem assim..., segundo a versão da SL Brasil
[12:27] Jumentolhos Barbosa: Diego ouvi dizer que será liberado os servidores para usuarios comuns criarem suas próprias ilhas apartir de seus computadores pessoais (isso é verdade ou ainda esta em estudo)
[12:28] Jullie Jie: essa é a versão que eu sei , pois tinha amigos que alugaram casas lá ... e pagaram 3 meses adiantado ... e não conseguiram entrar em suas casas
[12:28] GeorgeI Writer: eu fui um desses Julie...
[12:28] Aloprado Beck: Conselho do Aloprado Beck cobra criada no SL, não pague nada adiantado
[12:29] Diego Foulon: É um caso realmente complicado
[12:29] GeorgeI Writer: isso é verdade Aloprado, já me tiraram muitos L$ nesse tipo de coisa
[12:29] You: PESSOAL, VOU VOLTAR À PAUTA: Dentro da sua experiência no simulador, quais as melhores ações ofertadas no Second Life, teve alguma que realmente empolgou?
[12:29] Diego Foulon: Se Porto Alegre virtual fechasse as suas portas, certamente dezenas de usuários reclamariam. Mas não sei se conseguiriam algum sucesso na Justiça, O Second Life certamente entrará para a jurisdição no futuro. Tem muitas coisas interessantes aqui
[12:30] Jeans Burger: É o seguinte. Comprar lindens e gastar aqui, é, na minha opinião a melhor maneira de curtir o ambiente. Profissional ou pessoalmente
[12:30] GeorgeI Writer: Ou o contrario Jeans...
[12:30] Diego Foulon: Como eu sou cinéfilo, fiquei bastente feliz com a propagação de cinemas
[12:30] Jeans Burger: Pagar pelo preço do prazer
[12:31] GeorgeI Writer: vender seus L$ e gastar na vida real
[12:31] Diego Foulon: Outra coisa muito interessante, são os shows virtuais
[12:31] Jeans Burger: Quanto custa criar uma ilha? Em reais
[12:31] GeorgeI Writer: Jeans, olhe no site oficial da Lindenlab, mas posso garantir que é muito investimento
[12:32] Jeans Burger: 1300 dólares pelo espaço e 300 mensais.
[12:32] Diego Foulon: Você poder acompanhar um show de um artista favorito, como o Fatboy Slim, e ter a oportunidade de mandar uma mensagem pra ele
[12:32] GeorgeI Writer: por isso que as ilhas recorrem principalmente as empresas RL
[12:32] Jullie Jie: No início eu preferia a opção do Jeans... no momento (após 5 meses de SL) prefiro a opção do Georgel... rssss
[12:32] Jeans Burger: mas a mão de obra de computação gráfica?
[12:32] GeorgeI Writer: nao teria como tirar isso com L$
[12:32] You: DIEGO, ISSO É REALMENTE MUITO LEGAL
[12:32] Diego Foulon: Também tem a nova onda das universidades
[12:32] You: A INTERAÇÃO COM O ARTISTA
[12:33] Diego Foulon: no Brasil, seis já dão opção para usuário estudar pelo Second Life. Aqui no RS, tem o SENAC
[12:33] You: SOBRE UNIVERSIDADES
[12:33] maskara Writer: pô legal foi criarem a primeira embaixada virtual
[12:33] Diego Foulon: que propicia um curso de moda
[12:33] You: VAMOS ENTRAR NESSA QUESTÃO AGORA
[12:33] Diego Foulon: Mas o mais interessante nisso tudo. É que um aluno pode estudar em qualquer universidade do mundo no Second Life [12:34] MARIO36 Horan: Gostaria de saber falando em Universidades andei procurando a USP no SL e não encontrei a mesma já tem ilha?
[12:34] Diego Foulon: sem sair de casa
[12:34] You: Estamos com uma aluna de mestrado de comunicação na PUCRS, fazendo sua tese de mestrado sobre comunidades virtuais (o estudo é feito a partir da Ilha Porto Alegre), você crê que a tendência irreversível da Internet são essas comunidades?
[12:34] Diego Foulon: Gostei muito dessa questão. Na Internet, não existe tendência maior do que as comunidades: YouTube, LastFM,
[12:35] Jeans Burger: Posso sugerir uma coisa: Uma pergunta por vez e sua resposta direta?
[12:35] GeorgeI Writer: tipo levantar a mão?
[12:36] Diego Foulon: Isso tem feito muito sucesso, porque é possível cada vez mais segmentar o público. Tipo, você encontrar uma pessoa que tenha gostos semelhantes com os seus
[12:37] You: Tipo, todos nós aqui
[12:37] Diego Foulon: É verdade
[12:37] You: Estamos apresentando o primeiro DCS Entrevista – programa pioneiro no Second Life brasileiro com esse formato – um oferecimento da Agência DCS (Bicampeã – a melhor agência do Rio Grande do Sul).
[12:37] Diego Foulon: O Second Life já é um fator que segmenta muito o público
[12:37] You: Diego, como você analisa as novas possibilidades da Internet, a partir da web 2.0?
[12:38] Diego Foulon: As pessoas já falam na web 3.0, que é a web em terceira dimensão que é o caso de Second Life
[12:38] You: E conta um pouco do curso, como funciona esse curso pela FEEVALE?
[12:38] Jeans Burger: Programas gráficos, como Catia V% tendem a ser a fronteira. Mas qual o tamanho disso?
[12:38] Diego Foulon: Você pode encontrar conteúdos aqui, estudar aqui dentro
[12:39] Jeans Burger: Qualquer um que use a WEB como instrumento de ensino, pode fazer um grande estrago
[12:39] Diego Foulon: Já a WEB 2.0 é aquela em que o usuário personaliza o conteúdo, a forma em que prefere receber o conteúdo
[12:39] Jeans Burger: Qual seria a qualidade disso?
[12:39] Diego Foulon: Sobre a FEEVALE, qualidade? Pq vc diz grande estrago?
[12:40] maskara Writer: hackers
[12:42] You: PESSOAL O DIEGO JÁ TEM QUE IR GOSTARIA DE ABRIR ALGUMAS ÚLTIMAS QUESTÕES AO PÚBLICO
[12:42] Diego Foulon: Na FEEVALE, eu ministro um curso de extensão de jornalismo de games e Second Life. No caso, do SL, procuro apresentar o programa para os alunos e mostrar o potencial da área
[12:43] You: ALGUÉM QUER FAZER ALGUMA PERGUNTA?
[12:43] Jumentolhos Barbosa: eu quero fazer 2 perguntas
[12:44] Diego Foulon: Mesmo que você não tenha nenhum interesse no Second Life, é preciso conhecer o programa, ... AH ESSA POSSIBILIDADE????
[12:44] You: PODEM FAZER PERGUNTAS NO CHAT
[12:44] Diego Foulon: No curso, realizamos uma aula virtual, aqui mesmo em Porto Alegre. Foi bem interessante.
[12:44] You: PARA FECHAR
[12:45] maskara Writer: pô pra mim na vida real é essecial saber mexer bem no PC ter internet isso pode acontecer com o Second Life de ser essecial pra que se possa arrumar emprego e tal ??
[12:45] You: E LIBERARMOS O DIEGO
[12:45] Diego Foulon: Existe essa possibilidade sim
[12:45] You: PESSOAL, ALGUMA QUESTÃO PARA O DIEGO??
[12:46] Jumentolhos Barbosa: Diego ouvi dizer que sera liberado os servidores para usuários comuns criarem suas propias ilhas apartir de seus computadores pessoais (isso e verdade ou ainda esta em estudo)
[12:46] Jumentolhos Barbosa: essa é uma delas
[12:46] Diego Foulon: Mas esse risco não é exclusivo do Second Life. Existe esse risco cada vez que você acessar a conta do banco, usar o cartão de crédito. Por isso, é importante ter sempre a certeza de que o computador estará “vacinado” com anti-vírus
[12:46] Sinor Pintens: Se ele pode citar algum case de sucesso de um Avatar simples... sem dinheiro inicial para investir
[12:44] Sinor Pintens: que tenha progredido por uma idéia, um nicho de mercado e não por grande investimento
[12:47] Diego Foulon: Acho que sim, Aloprado. Conheço muita gente que defende essa idéia: "O Second Life como uma extensão da vida real"
[12:48] You: BOM, PRA FECHAR
[12:48] Greice Yalin: Encotrei muitas pessoas q entram no SL e não sabem o q fazer aqui...
[12:48] You: Você acha que o futuro da comunicação na Internet é uma mistura entre wiks, blogs, hotsites, Second Life, You Tube? Uma grande mistura de submídias?
[12:49] Diego Foulon: Tenho certeza disso. Todos os exemplos que você citou, são criações dos próprios usuários. Qual meio de comunicação pode concorrer contra todos os outros, criado por qualquer pessoa?
[12:50] GeorgeI Writer: concordo com o Sinor... a Lindenlab poderia investir mais nos servidores
[12:50] You: é verdade
[12:50] Diego Foulon: Mas o Second Life precisa melhorar. É muito lag
[12:50] GeorgeI Writer: ... é muito
[12:50] You: Com certeza
[12:50] Diego Foulon: Bom pessoal. Eu vou ter que me deslocar para o meu trabalho. Se quiserem continuar conversando, por favor, mandem oferta de amizade. Me desculpem, se não respondi todas as perguntas
[12:51] You: Obrigado a todos, o próximo DCS Entrevista está marcado para dia 18 de setembro, ainda sem horário definido, mas estaremos enviando flyers aos interessados.
[12:52] You: OBRIGADO A TODOS. DCS Entrevista – programa pioneiro no Second Life brasileiro com esse formato – um oferecimento da Agência DCS (Bicampeã – a melhor agência do Rio Grande do Sul).
[2:51] Diego Foulon: Se quiserem continuar conversando, por favor, mandem oferta de amizade
[12:51] Jumentolhos Barbosa: e ainda tem uma 3º será que o Red Light vai bairrear o Second Life pois parece uma copia exata do Second Life
[12:51] Diego Foulon: Me desculpem, se não respondi todas as perguntas
[12:51] You: Bom, com isso encerramos o primeiro DCS Entrevista agradecendo ao Diego por sua atenção e disponibilidade. Obrigado a todos, o próximo DCS Entrevista está marcado para dia 18 de setembro, ainda sem horário definido, mas estaremos enviando flyers aos interessados.
[12:51] Diego Foulon: Sobre o meu curso na FEEVALE, tenho um blog com bastante conteúdo do Second Life
[12:52] You: OBRIGADO A TODOS
[12:52] Aloprado Beck: Obrigado Diego!
[12:52] Greice Yalin: vcs poderiam disponibilizar algo com as principais perguntas q foram feitas aqui né?
[12:52] You: DCS Entrevista – programa pioneiro no Second Life brasileiro com esse formato – um oferecimento da Agência DCS (Bicampeã – a melhor agência do Rio Grande do Sul).
[12:52] Greice Yalin: pra quem perdeu como eu q deu pane aqui... rs
[12:53] Diego Foulon: http://www.jornalismodegames.blogspot.com/ - Na Zero Hora, tenho um blog exclusivo sobre o SL tb www.clicrbs.com.br/digitallife - Valeu, pessoal. Um abraço a todos!
[12:53] CACETA Balhaus: obrigado Diego.... aguardo sua postagem da entrevista :)